terça-feira, 25 de agosto de 2009

§ UMA NOITE ILUMINADA! §


Sábado de inverno na cidade de São Paulo.

A garoa fina e fria anuncia a noite longa que teríamos por aqui. O visor do meu celular acende com a seguinte mensagem: “Hotel Gaivotas quarto 212 em 1 hora”.

Pronto, meu coração quase parou de bater.

Eu sabia quem era, eu sabia o que Ele queria. Eu só não sabia como seria!

Depois de uma hora estava eu de frente para o quarto 212. A porta estava fechada mas no chão repousava minha coleira e uma venda.

Vesti minha coleira, coloquei a venda, me ajoelhei e toquei a campainha. Suspense.

Ouço a porta abrir e paraliso.

A mão forte Dele me puxa pro lado de dentro, conduzindo a guia da coleira.

Assim que passo pra dentro do quarto, sinto um calor imenso que vem do ambiente.

Fico curiosa mas sei que Ele não admite perguntas ansiosas.

Ele arranca minha roupa com vontade me deixando apenas com as peças íntimas.

Me levanta e antes mesmo que eu possa pensar sinto um tapa pesado em minha face que fica dormente na hora.

O calor do ambiente agora se confunde com a quentura própria do tesão que me invade. Gemo sem permissão e levo outro tapa por isso.

Me sinto molhar imediatamente.

Ele sabe, confere e fica satisfeito com sua cadelinha.

Mais uma vez ele me conduz até um ponto e me algema as mãos para trás.

Me deita no chão de carpete macio, afasta minhas pernas e ordena que eu não me mexa.

Coloca de lado minha calcinha e me toca, me lambe, me morde.

Me sorve como se eu fosse um licor.

Estremeço, me contorço e quando estou quase chegando ao gozo sou interrompida por um líquido quente que arde e escorre pelas minhas coxas.... cera quente, minha favorita! Uma chama passando bem perto do meu sexo enquanto outro pingo ferve em um dos seios.

Mordo os lábios e ouço o gemido Dele se deliciando com meu êxtase.

E é nessa brincadeira que Ele se coloca sobre mim e enche minha boca com o que Ele tem de mais delicioso... seu membro me sufocando, me afogando e me fazendo querer mais. Sinto um doce invadir meu paladar.

Ele passou mel para que eu lambesse tudinho e assim o faço agradecida.

O quente da cera agora dá lugar para o frio do gelo que é depositado no meu ânus e derrete em segundos me fazendo urrar de prazer.

Neste mesmo instante Ele me invade, me possui de forma selvagem, sem dó.

Somos como animais irracionais dominados pela mesma loucura bruta.

Ele se diverte retardando meu gozo e quando também não aguenta mais retira minha venda para que um possa ver o prazer do outro.

Gozamos juntos e intensamente.

Ficamos ali encaixados e foi então que olhei ao redor e notei o quarto todo iluminado por velas espalhadas.

Agora aquele calor todo do início fazia sentido.

Ele me sorriu com o olhar e eu retribuí com um beijo longo e ainda mais agradecida pelo belo presente.

Fui solta das algemas e carregada no colo até o banheiro onde nos banhamos para mais tarde adormecer aos Seus pés.

Meu porto seguro!

Por –India-»»

Agosto/09


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