sexta-feira, 25 de setembro de 2009

De executiva a cachorra de segurança


Meu nome é Raquel, sou diretora de RH de um grupo bem conhecido em SP, 44 anos, loira, cabelos médios bem claros, olhos castanhos claros, 1,63m - 65 kls , seios fartos , no mais normal.
Sempre trabalho terninhos e conjuntos de saia e blazer, pois estou sempre lidando com executivos.
Costumo ser muito exigente com meus subordinados .Como sou divorciada , filhos adolescentes e fazendo intercambio fora, sou viciada em trabalho e sou quase sempre uma das ultimas a sair do prédio.
Foi assim que me aconteceu algo que foge a todos os padrões e mais, a tudo que já fiz na vida.
Trabalho no 9º de um edifício que fica num quarteirão fechado e sempre saio direto da garagem para casa e vice e versa.
O ascensorista, um Sr Andre mulato de uns 55 anos, que todos chamavam de Anjo sempre me encarava esquisito, mas eu ignorava com desdém, não dando margem a nem uma conversa a não ser boa tarde, boa noite.
Numa destas noites chuvosas em SP, já passava das 21hs, entrei no elevador sozinha e mais uma vez notei o olhar do
tal SR André e vi-o esfregar o membro com a mão por cima da calça e apertar. Fiquei pasma. Olhei para ele com ar de retenção.

- Que foi dona, gostou? Ta durão por causa da dona, disse rindo.

Xinguei ele de desaforado , que ele ia ser despedido e ai a luz apagou .
Gritei!

Detesto escuro, detesto chuva e ainda por cima dentro de um elevador com um homem atrevido.

Foi ai que senti a mão dele me procurar no escuro e me apalpando, me espremi no canto, sem enxergar nada.

- Calma dona, só quero ajudar, fica calma...

E eu tremia de medo . Dele do escuro, do elevador .

Foi qdo ele pegou no escuro na minha mão e puxou, levando ela ate o pau dele que estava pra fora.

Que descarado , pensei. Tive medo, mas eu também me sentia excitada.

Tentei puxar a mão, mas ele segurou e me encaminhou para o pau dele .
A luz acendeu de repente , puxei minha mão e o elevador voltou a andar, ele rápido aperta um botão e o elevador
para de novo, só que com luz.
Pedi baixinho:

- Por favor, me deixa sair .

Ele rindo disse:

- Deixo , mas só se vc for bem boazinha e pagar um boquete aqui no menino, dói de tesão e vc terá que acalma-lo.
Veja como ele esta?
Meus olhos estava grudados nele, quis relutar .
Sem entender minha reação, abaixei e pus a boca naquela cabeça vermelha e inchada .
Engoli.
Ele ficou assustado, deve ter pensado que foi fácil demais, mas eu estava hipnotizada e comecei um boquete
que surpreendeu. Chupei, mamando, sugando ate que ele gemendo segura a minha cabeça e diz:

- Dona vou gozar , engole tudo guloso na, bebe ...Vai gulosa , boqueteira de caralho.
E ele fode e goza inundando minha boca. Bebo tudo , não tenho como cuspir e ele sai abruptamente me
empurrando no chão.

-AH !!! Dona, você não sabe onde caiu! Daqui pra frente não quero só sua boquinha , quero tudo dona.

E quando eu quiser, vai mamar direitinho, seja onde for .
Não sou ascensorista aqui não, só fiz uma folga, sou segurança, faço a ronda do prédio todo, mas a dona muito metida não enxerga ninguém inferior não é ?

Pois vai me enxergar bem daqui pra frente e me puxando , liga o elevador e recomponho correndo antes que a porta abra . Saio calada e sem graça.

_Até amanha dona, eu te procuro.

Que foi que eu fiz? Parecia uma puta rameira qualquer chupando daquele jeito.

Como me rebaixei tanto? Fiquei pasma comigo mesmo .

Fui pra casa, escovei os dentes até sangrar com nojo de mim mesma.
Dormi mal e no outro dia estava um caco.
Mas levantei a cabeça e segui em frente.

Pela manha tudo correu normal no escritório. Eu passei o dia apreensiva na minha sala.
Cada um que entrava eu assustava.

Mas depois relaxei. Ate que a tarde, ele entra na minha sala com todo seguro de si.
Entrou, fechou a porta e travou .
Tremi.

Ele com um sorriso debochado aproximou e já foi abrindo a calça.
Pedi baixinho:

-Aqui não por favor, eu te peço, é perigoso. E ele rindo diz:

-Aqui sim dona. Anda , abre aboca e mame gostoso. Hora do leite . Abre logo ou será pior.

Abri a boca mansamente. E senti-o empurrando o pau na minha boca com força, me fodendo como se fosse uma xana

Meteu, segurando a minha cabeça e apertando.
De repente largou e guardou o pau, me deixando babada .

- Não vai beber não. Tenho uma surpresa para vc dona.

Te espero na rua as 20:30hs .

Estou numa van cinza .

Entre calada no banco de trás.
Fiz que sim e ele saiu .

A noite chegou. Eu estava com medo, apreensiva.

Sei que se eu não fosse poderia ser pior.

Ele poderia fazer um escândalo,enquanto ficasse entre nós dois, pelo menos
eu estava salva de piores situações.

Fui ate a van, só havia ela estacionado.

Entrei como uma passageira qualquer.
Minha surpresa foi ele já esta la dentro.

No chão umas toalhas jogadas, faltava o banco do meio, então a distancia do assento que fica de costa para o motorista era razoável 1 metro .

Ele foi logo dizendo.

-Fica de 4 no chão da van.

Obedeci .

Ali naquele lugar meio deserto, eu poderia apanhar, morrer que dificilmente alguém viria socorrer, obedeci quietinha.

- Vira de costa pra mim, quero ver seu traseiro, hoje é nele que vou me acabar.

Virei , me sentindo uma cachorra de verdade

Ele empurra minha saia ate a cintura e acaricia por cima da meia fina e da calcinha.

-Gostosa, minha puta gostosa.

E foi puxando meia, calcinha ate o joelho

Minha pele alva contrasta com aquelas mãos.

- Apoiei os peitos no banco da frente e ele aproximando ajoelhado me cobre com o corpo e começa a falar :

_Putona, cadela, vai tomar na buceta hoje e no cu.

_E a camisinha, perguntei ?

Que camisinha? Você acha que vou usar camisinha numa fresca como você putona.

_Quero minha porra na tua carne, no teus buracos e vai aprender a me dar prazer com eu gosto.

Forçando foi enfiando o pau já duro na minha xana .

Tive medo .
Eu gemi . Ele riu .

-Ta doida por um pauzão na boca né cadelona? Pois segura que já vai a geba .

E enfiou com toda força do seu corpo na minha xana.

Gritei!

Mas como uma puta qualquer rebolei, gemi e ele empurrava com força, falando palavras horríveis , eu molhada , pingando comecei a gozar alto.

Estremeci de prazer .
Ele tirou . Forçando agora meu cuzinho, eu tentei sair , mas ele me deu um soco nas costas .

-Qual é cachorra, te dou prazer e agora quer pular fora?

_Agora que eu vou meter neste rabo branco, você quer sair ? Vai sair porra nenhuma , vou arregaça seu cú.
E só paro quando eu quando eu quiser puta.

E foi empurrando, parecia que queria me cortar ao meio .

Eu gemia alto
Pedi , implorei que parasse, mas foi como se eu pedisse mais .
Agora com todo o pau no meu cuzinho, ele começou a me humilhar verbalmente.

- Cachorra, você não sabe o que ainda farei com você.
Vou ver meus amigos te fazendo de puta, ver você beber porra de gente simples e ainda agradecer .

_Vai aprender a respeitar , vou acabar com este olhar de metida e arrogante .
Aprenda, mulher só serve pra dar prazer e trabalhar para nós, seus homens

E com raiva começou um vai e vem , sem parar e me segurando pelos cabelos, com força, metia gemendo.

- Vou gozar dona, vou encher seu rabo .

Agora , rebola.

_Doe...

Falei baixinho, doe muito.

- Rebola puta...

E me dá uma tapa com toda força na bunda e eu grito , choro, agora gemendo de dor.

E ele fala bravo:

- Grita, assim quem passar vai ver você sendo arrombada na rua cachorra.

Metendo com força, ele começa a gemer e sinto que vais e acabar para minha sorte.

Ele empurra com força e segurando -me pelo quadril goza forte dentro de mim .

Empurrando com mais força,

Caindo em cima das minhas costas, quase me quebrando.

Fica assim por um tempo e sai.

Eu me sinto dolorida , puxo minha calcinha, minha meia pra cima de qualquer jeito, arrumo a saia e pego a bolsa, mas ele puxa com força .

_Espere.

Abri minha bolsa e pega à carteira , tinha uns R$ 180.00 , ele tira R$ 50, 00 e fala :

_Foi pela foda sua puta.
Na próxima vai ser na sua cama .

_Cai fora, quando quiser eu aviso . Sai , sai .

Me empurrando como uma qualquer , mal desço e ele arranca me deixando no escuro e só.
Saio suja, sentindo escorrer pelas pernas, mas ainda assim sinto-me relaxada e feliz.





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